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terça-feira, 12 de maio de 2020

A Day at the Office



SPOILER FREE

Conheci o autor inglês Matt Dunn há relativamente pouco tempo, com o livro 13 dates, que me deixou positivamente surpresa. Não é sempre que encontramos um autor homem escrevendo bem histórias românticas. Apesar de não ser o suprassumo do gênero, guardei o nome do autor para futuras leituras.

Daí esse ano, com todos os seus problemas, me levou a ler mais livros leves do que o meu normal, e Matt Dunn entrou em promoção na Amazon, e, assim, acabei pegando para ler A Day at The Office. A melhor descrição desse volume é uma versão limitada a um escritório do filme Simplesmente Amor. Como a história se passa no dia dos namorados (versão inglesa! 14 de fevereiro é Valentine's Day), e é montada em torno de encontros e desencontros amorosos com personagens muito ingleses, a comparação é inevitável. Mesmo com o filme se passando no Natal, ele ainda gira em torno de uma data comemorativa comercial com personagens muito ingleses e encontros e desencontros amorosos.

Como sou fã do filme, o livro ganhou vários pontos comigo quando percebi a semelhança no jeitão do enredo. E os personagens de Matt Dunn são muito divertidos, com excelentes diálogos e um humor bastante inglês que me agrada. Apesar de algumas improbabilidades serem usadas para fazer a história andar e dar um toque extra de comicidade, não fiquei com a sensação de forçação de barra. No geral, ficou apenas mais divertido. E diferentemente do livro anterior que li do autor, os finais das histórias românticas são bastante realistas e variadas, sem cair nos clichês de final feliz que poderiam muito bem ter sido usados aqui até cansar.

Uma leitura excelente para quem gosta de romances e para quem precisa de um livro mais leve na vida.

Nota 9.

domingo, 17 de setembro de 2017

13 dates





     I fall in love with Angel the moment I see her.
    Though when I think about this later, I realise it's before I see her - more accurately, when I hear her, in Starbucks (and even more accurately at 12.46 p.m. on Saturday, 6 May, 2017). She's standing in front of me in the queue, and unlike people before her, who all seem to have ordered their coffee just the way they want it in terms of type, strength, size, temperature, and almost what the cow that provided the milk's been eating, like their lives depend on getting it right, when it comes to her turn, Angel just stares up at the menu board as if she's only just spotted it.
   'Next', says the barista impatiently. He looks like he's been put together in the Starbucks factory - slightly too-bushy beard, shiny, pomated, slicked-into-a-huge-quiff hair, shirtsleeves rolled up just enough to expose the tattoos in his forearms - and his brusque enquiry makes Angel jump.

SPOILER FREE

Como mencionei na minha última resenha, eu fiquei com uns dias sobrando entre o último livro que eu tinha e o lançamento do próximo livro da série Trono de Vidro, então escolhi o livro mais leve e o que parecia mais curto disponível no meu kindle (que não está mais lotado, pelo motivo de que precisei trocar de aparelho, o meu anterior morreu), então acabei por ler meu primeiro livro do autor inglês Matt Dunn.

Acho que a melhor forma de explicar o tipo de livro que é "13 dates" (ainda sem tradução para o português, mas seria algo como "13 encontros") é "chick lit versão masculina". Isso quer dizer que o livro é uma história romântica contada do ponto de vista do rapaz que se apaixona pela moça, que por um motivo emocionalmente tocante tenta não se envolver emocionalmente com ninguém. E, claro, como quase todo chick lit, tem um enredo razoavelmente previsível.

Agora o livro, apesar dos defeitos (todos comuns no gênero chick lit), é fofo e tem momentos bastante engraçados, além de ser bem escrito. Mas não tem nada que o torne exatamente especial, ficando acima da média, sem ser extraordinário. É o tipo de livro que só serve mesmo para passar o tempo, sem incomodar muito.

Nota 7,5.